quinta-feira, 5 de outubro de 2017

FOFOCAS, CORTE DE GRATIFICAÇÃO DE MIL REAIS E BATE BOCA, FORAM OS SUBSÍDIOS PARA INVESTIGAÇÃO DA PF ATIRAR REITOR CAU NA CADEIA E ELE SE ATIRAR PARA A MORTE

Deduragem de colegas foi o que mais doeu no reitor da UFSC e o fez desistir.
Por Renan Antunes
O bilhete de suicida do reitor

Por Renan Antunes de Oliveira, em Florianópólis (SC)
A última pessoa a falar com o reitor Cau Cancellier foi um ex-aluno dele, o jovem advogado Rafael Melo.
Eram 10 da manhã da segunda-feira 2 de outubro, apenas 38 minutos antes do dramático suicídio que o transformaria num mártir para quem não gosta dos desmandos da Lava Jato.
Os dois se encontraram por acaso na pracinha do Beiramar Shopping, o cenário mauricinho escolhido por Cau para tirar a própria vida, aos 59 anos.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Bolsonaro é condenado por discriminar comunidades quilombolas

Bolsonaro durante palestra no Clube Hebraica
O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) foi condenado a pagar R$ 50 mil por danos morais coletivos a comunidades quilombolas e à população negra em geral. Isso porque, em abril deste ano, o parlamentar fez uso de expressões injuriosas, preconceituosas e discriminatórias com o “claro propósito de ofender, ridicularizar, maltratar e desumanizar as comunidades quilombolas e a população negra” durante palestra realizada no Rio de Janeiro.Reprodução da Internet
A ação, movida pelo Ministério Público Federal do Rio, resultou numa indenização que será revertida para o Fundo Federal de Defesa dos Direitos Difusos. Bolsonaro ainda pode recorrer da sentença.
No Clube Hebraica, onde realizou a palestra, Bolsonaro afirmou, por exemplo, que visitou uma comunidade quilombola e “o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas”. Ainda citando a visita, disse também: “não fazem nada, eu acho que nem pra procriar servem mais”.
Para os procuradores da República Ana Padilha e Renato Machado, as afirmações “desumanizam as pessoas negras, retirando-lhes a honra e a dignidade ao associá-las à condição de animal”.
Na sentença, publicada nesta segunda-feira (2), a juíza Frana Elizabeth Mendes, da 26ª Vara Federal do Rio de Janeiro, afirma que está “evidenciada a total inadequação da postura e conduta praticada pelo réu, infelizmente, usual, a qual ataca toda a coletividade e não só o grupo dos quilombolas e população negra em geral”.
Do Portal Vermelho, com agências

Conceito de soberania não existe no governo Temer, diz Gabrielli

Por Dayane Santos
Agência Brasil
Gabrielli: Com a Petrobras voltada ao mercado, não há condições de ser a empresa centro de uma política de desenvolvimento, com isso, a política de conteúdo nacional que viabilizaria a criação do emprego e renda está abandonada

O projeto encaminhado ao Congresso Nacional previa um sistema misto, permitindo a participação de empresas estrangeiras, mas foi alterado pelos parlamentares. Na ocasião, o advento estatal foi saudado como uma conquista nacional que geraria recursos para enfrentar os desafios da nova era de

Frente convoca a unir sociedade contra o desmonte de Temer


Ocorreu, na tarde desta segunda-feira (2), o lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional, no auditório do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro. O objetivo da iniciativa é atuar contra a forma como o governo Michel Temer lida com a gestão de recursos naturais, as privatizações e a política externa. Na ocasião, participantes do ato defenderam unidade e mobilização contra o desmonte.
O presidente do Clube de Engenharia, Pedro Celestino, fez uma convocação para que a sociedade se una contra o “processo de desmonte de conquistas que datam de oito décadas”. De acordo com ele, está em curso um retrocesso jamais visto.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

CARTA ABERTA - AATR

A Associação de Advogados de Trabalhadores Rurais - AATR se solidariza aos familiares, amigos/as e quilombolas da Comunidade de Pitanga dos Palmares, pelo assassinato da liderança Flavio Gabriel Pacifico dos Santos, 36 anos, mais conhecido como “Binho do Quilombo”, covardemente morto na manhã desta terça-feira (19/09/2017), em frente a uma escola na própria comunidade, no município de Simões Filho.
Binho do Quilombo era casado e filho da ex-secretária da Promoção da Igualdade Racial do município, a Yalorixá Maria Bernadete Pacífico. Além disso, era músico e um grande militante na luta pelas comunidades quilombolas, combativo, sempre prezando pela resistência e o reconhecimento da população negra.
Somente neste ano de 2017, soma-se 09 assassinatos de quilombolas no Estado da Bahia. Número estarrecedor e que causa indignação diante na inércia estatal face o genocídio das comunidades negras quilombolas e demais povos do campo vitimados por homicídios e chacinas, no contexto de escalada de violência que acompanha as tentativas de retrocesso em direitos tão duramente conquistados pelos povos do campo.
Mais uma vez, exigimos a rigorosa investigação e responsabilização pelo crime, como um instrumento de justiça para o Povo Negro, enquanto reparação para as gerações passadas e continuidade para as presentes e futuras gerações.
Binho do Quilombo, sempre presente!
Salvador, 19 de setembro de 2017.
Associação de Advogados de Trabalhadores Rurais

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