Professora da Uesc participa de evento com Princesa da Bélgica

“Foi um momento único de trocas de experiências sobre práticas agrícolas sustentáveis entre o setor acadêmico, empresarial e ONGs brasileiras e belgas, em que pude demonstrar como as agroflorestas de cacau do Sul da Bahia são um exemplo de sustentabilidade, atuando como um cultivo capaz de conciliar produtividade com a manutenção da biodiversidade” – declarou a pesquisadora.
Após o seminário, a Profa. Benchimol participou da visita técnica ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro, juntamente com a comitiva. A pesquisadora tem se tornado referência em estudos sobre fragmentação florestal e o papel das áreas protegidas para a sobrevivência de espécies ameaçadas. Sua trajetória acadêmica e científica a posicionou entre os grandes nomes da Ecologia Contemporânea no Brasil, reforçando o papel transformador das universidades públicas no avanço da ciência e na formação de novas gerações de pesquisadores.
A Universidade Estadual de Santa Cruz, também é uma peça fundamental nesta história. Localizada em Ilhéus, a instituição tem despontado como um dos mais importantes polos acadêmicos do Brasil, com forte impacto nas áreas de ciências naturais, humanas e sociais.
A Instituição é conhecida por projetos que alavancam não apenas a produção científica, mas também o desenvolvimento socioeconômico da região. A dedicação de pesquisadores como Benchimol é um reflexo da missão da Uesc em promover uma educação inclusiva e de qualidade, colocando a ciência brasileira em destaque no cenário internacional.
O que conecta a princesa Astrid Joséphine-Charlotte a essa narrativa é seu interesse pela biodiversidade e cultura brasileiras. A jovem integrante da família real belga tem demonstrado afinidade com temas ligados à sustentabilidade, ciência e preservação ambiental, o que a aproxima do trabalho de pesquisadores como Maíra Benchimol.
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