Conheça o médico que comoveu a web com relato sobre representatividade
Marcelo trabalhava com o pai nesta olaria em Campo Belo (MG)
Cotas e equidade
Além de ser um defensor da luta antirracista, o cirurgião conta que é um defensor do estabelecimento de cotas para a população negra e de baixa renda como uma retratação histórica. “As oportunidades devem ser iguais para todos e, como não são, há de se implantar políticas para reparar essas desigualdades”, defende.
Engajamento
Nascimento conta que precisou percorrer sozinho o caminho até o sucesso profissional. Ele fez pós-graduação em cirurgia geral e cirurgia plástica na Santa Casa de BH, e conta que antes mesmo de a publicidade médica ser liberada, ele já mostrava seu trabalho nas redes sociais. Por conta disso, passou a ser alvo de procedimentos do Conselho Regional de Medicina (CRM). Foi quando se juntou à Associação Brasileira de Médicos com Expertise em Pós-Graduação (Abramepo) e passou a atuar em defesa dos direitos desses profissionais. “Não há vagas disponíveis na residência médica para todos e impedir que médicos formados em outros cursos anunciem suas especialidades é absurdo. Estamos falando de cursos chancelados pelo Ministério da Educação, com carga horária igual à da residência médica tradicional. Quem tem autoridade para dizer quem pode ou não ser considerado um especialista é o MEC, não sociedades médicas privadas”, reforça. Sua participação na Abramepo não se limita à luta por democratização de acesso à especialização médica, mas se estende ao compromisso com a formação de futuras gerações de médicos. “Eu nunca aceitei os obstáculos que tentaram me impor e nenhum médico que tenha aprimorado seus conhecimentos de forma séria deve ser perseguido só por não ter um título conferido pelo CFM e AMB. Colegas estão sendo cerceados em seus direitos profissionais e precisamos lutar contra isso”, completa.
Cotas e equidade
Além de ser um defensor da luta antirracista, o cirurgião conta que é um defensor do estabelecimento de cotas para a população negra e de baixa renda como uma retratação histórica. “As oportunidades devem ser iguais para todos e, como não são, há de se implantar políticas para reparar essas desigualdades”, defende.
Engajamento
Nascimento conta que precisou percorrer sozinho o caminho até o sucesso profissional. Ele fez pós-graduação em cirurgia geral e cirurgia plástica na Santa Casa de BH, e conta que antes mesmo de a publicidade médica ser liberada, ele já mostrava seu trabalho nas redes sociais. Por conta disso, passou a ser alvo de procedimentos do Conselho Regional de Medicina (CRM). Foi quando se juntou à Associação Brasileira de Médicos com Expertise em Pós-Graduação (Abramepo) e passou a atuar em defesa dos direitos desses profissionais. “Não há vagas disponíveis na residência médica para todos e impedir que médicos formados em outros cursos anunciem suas especialidades é absurdo. Estamos falando de cursos chancelados pelo Ministério da Educação, com carga horária igual à da residência médica tradicional. Quem tem autoridade para dizer quem pode ou não ser considerado um especialista é o MEC, não sociedades médicas privadas”, reforça. Sua participação na Abramepo não se limita à luta por democratização de acesso à especialização médica, mas se estende ao compromisso com a formação de futuras gerações de médicos. “Eu nunca aceitei os obstáculos que tentaram me impor e nenhum médico que tenha aprimorado seus conhecimentos de forma séria deve ser perseguido só por não ter um título conferido pelo CFM e AMB. Colegas estão sendo cerceados em seus direitos profissionais e precisamos lutar contra isso”, completa.
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