População de Itabuna vai ser orientada sobre a coleta de lixo
Por determinação da Prefeitura de Itabuna, a Biosanear realiza a partir, desta semana, uma campanha nos bairros para aperfeiçoar os serviços de coleta de lixo domiciliar na cidade. A empresa vai informar, através de panfletos e carros de som, quais os horários em que os veículos compactadores vão passar em cada bairro. A medida visa evitar que o lixo fique muito tempo na rua, atraindo animais e causando transtornos aos próprios moradores.
De acordo com o diretor do Departamento de Limpeza Pública, Vicente José Silva, atualmente são coletadas entre 2.200 e 2.400 toneladas de lixo domiciliar a cada mês. A coleta domiciliar é feito de segunda a sábado, das 7 às 3 horas da manhã do dia seguinte. São oito carros trabalhando durante o dia e sete no trabalho noturno.
Cada veículo conta com quatro coletores e a retirada do lixo é feita com roteiros de bairros e centro definidos desde o início do ano passado. “Com isso, temos conseguido fazer a coleta diária nas quatro regiões da cidade. O número de reclamações caiu consideravelmente. Mas entendemos que o serviço ainda pode melhorar, principalmente, se a população colaborar, colocando o lixo nos horários perto da coleta”, afirma Vicente José Silva.
Entulhos
O diretor de limpeza pública destaca que historicamente a cidade enfrenta outro problema que é o descarte irregular de material de reforma e até eletroeletrônicos, eletrodomésticos e móveis velhos. Os relatórios mensais mostram que são retiradas em média 360 caçambas de entulho das ruas de Itabuna. São mais de 1.000 toneladas de material de reforma de imóveis que as pessoas jogam indevidamente nas ruas da cidade.
Vicente José Silva apela aos moradores para que não descartem o material imprestável em terrenos baldios ou canteiros. “Até os comerciantes de áreas centrais de Itabuna vêm jogando material de reforma nas calçadas. Essa é uma atitude que prejudica os próprios lojistas de locais como avenidas do Cinquentenário e Ilhéus, ruas Paulino Vieira e Ruffo Galvão. O dono do imóvel é responsável pela destinação correta dos restos de material de reforma. Quem descarta material indevidamente pode ser punido, como prevê o Código de Posturas do município”, alerta Vicente José.
De acordo com o diretor do Departamento de Limpeza Pública, Vicente José Silva, atualmente são coletadas entre 2.200 e 2.400 toneladas de lixo domiciliar a cada mês. A coleta domiciliar é feito de segunda a sábado, das 7 às 3 horas da manhã do dia seguinte. São oito carros trabalhando durante o dia e sete no trabalho noturno.
Cada veículo conta com quatro coletores e a retirada do lixo é feita com roteiros de bairros e centro definidos desde o início do ano passado. “Com isso, temos conseguido fazer a coleta diária nas quatro regiões da cidade. O número de reclamações caiu consideravelmente. Mas entendemos que o serviço ainda pode melhorar, principalmente, se a população colaborar, colocando o lixo nos horários perto da coleta”, afirma Vicente José Silva.
Entulhos
O diretor de limpeza pública destaca que historicamente a cidade enfrenta outro problema que é o descarte irregular de material de reforma e até eletroeletrônicos, eletrodomésticos e móveis velhos. Os relatórios mensais mostram que são retiradas em média 360 caçambas de entulho das ruas de Itabuna. São mais de 1.000 toneladas de material de reforma de imóveis que as pessoas jogam indevidamente nas ruas da cidade.
Vicente José Silva apela aos moradores para que não descartem o material imprestável em terrenos baldios ou canteiros. “Até os comerciantes de áreas centrais de Itabuna vêm jogando material de reforma nas calçadas. Essa é uma atitude que prejudica os próprios lojistas de locais como avenidas do Cinquentenário e Ilhéus, ruas Paulino Vieira e Ruffo Galvão. O dono do imóvel é responsável pela destinação correta dos restos de material de reforma. Quem descarta material indevidamente pode ser punido, como prevê o Código de Posturas do município”, alerta Vicente José.

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