O último final de semana do mês de aniversário da Casa Rosa está chegando e fecha uma programação especial de celebração dos três anos de sua presença na vida cultural de Salvador. Serão dois shows e três peças de teatro de sexta a domingo, 25 a 27 de agosto, colocando nos palcos do espaço Mariana Aydar, Vivendo do Ócio, Mariana Freire e Grupo Teca Teatro. Ingressos antecipados de todos os eventos estão à venda na Sympla (https://linktr.ee/casarosasalvador). Quem começa a pauta é a cantora e compositora Mariana Aydar. Com sua música que alia elementos e ritmos contemporâneos às suas raízes no forró, a paulistana se apresenta no Pátio Viração, à beira-mar, na sexta-feira (25), a partir das 21h. No sábado (26), às 22h, a banda Vivendo do Ócio faz show no mesmo ambiente, lançando o single “O Ouro” e celebrando seus 17 anos de estrada. A abertura fica a cargo da Tangolo Mangos, No Teatro Cambará, as peças teatrais vêm ocupando os finais de semana durante todo o mês. No sábado (25), às 19h, a atriz Mariana Freire finaliza a temporada do solo “Desmontando a Casa”, que apresenta questionamentos e reflexões sobre os componentes de construção de uma peça e sobre a estrutura social racista e misógina do Brasil. No domingo (26), tem dobradinha do Grupo Teca Teatro: às 16h30, com o infantojuvenil “O Poderoso de Marte”, de autoria de Tom S. Figueiredo e dirigido por Osvaldo Rosa. O planeta Marte está sendo destruído por seus próprios habitantes por meio de uma guerra mundial. A soldada Atenas e o palhaço Piolhinho deliberam sobre como contribuir para a finalização dos conflitos: com a criação de um terceiro exército ou através de um circo para os marcianos restantes do planeta esquecerem suas rusgas. Depois, às 19h, vem “Farsas & Sofrências – Duas Comédias de Martins Pena”. O espetáculo reúne duas peças na mesma sessão: “O caixeiro da taverna” e “As sofrências de uma criança”, ambas escritas no Rio de Janeiro do século XIX pelo dramaturgo Martins Pena e dirigidas por Marconi Arap. As comédias de costumes retratam com leveza questões do Brasil de outrora que ainda se fazem relevantes quase 200 anos depois.

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